D. Maria II (1834-1853)






Retrato a óleo de D. Maria II, filha de D. Pedro IV. Dádiva da Rainha à Câmara Municipal de Angra, trazido de Londres em 1829, pelo Conde de Vila Flor, depois Duque da Terceira e por Teotónio de Ornelas Bruges. Pintura do inglês William Fowler, responsável pelos retratos da própria Rainha Vitória.      








D. Maria II, Rainha de Portugal

A Educadora
Herdeira do trono de Portugal em 2 de Maio de 1826

Reinou de 19-09-1834 a 15-11-1853
Filha de D. Pedro IV e de D. Maria Leopoldina
Nasceu no Brasil a 04-04-1819



1829 - D. Maria II


                                                               
Maluco

A necessidade de afirmar D. Maria II, como a legítima rainha de Portugal, e a falta de moeda na época, levaram a Junta Governativa, instalada em Angra, , a mandar recolher o que houvesse de prata velha, sinos pequenos, sinetas e outras peças de cobre e bronze, para obter moeda.

Esta foi fundida, por Ordem de 7 de Maio de 1829, em dependência do Castelo de São João Baptista, seguindo de perto o modelo da Peça em ouro, cunhada no Rio de Janeiro, na regência do príncipe D. João.

Corria pelo valor de 80 réis, passando pouco tempo depois a circular por 100 réis, sendo hoje mais conhecida pela designação de «Maluco».




1830 - D. Maria II


Moedas cunhadas para os Açores. V e X Reis


Estas moedas só foram postas a circular nos Açores

por alvará da regência de 28 de Fevereiro de 1831.

A regência era exercida a partir de Londres.



1833 - D. Maria II
A Degolada
Peça - 7.500 réis


1834 - D. Maria II
Peça - 7.500 réis





Bandeira de duas faces, oferecida à Cidade de Angra do Heroísmo pela jovem Rainha D. Maria II, ostentando de um lado as armas nacionais da época e do outro as armas de Angra, anteriores a 1835. A Rainha terá participado na sua execução sendo das primeiras bandeiras a utilizar o azul e branco, símbolo da monarquia liberal.





Para galardoar tantos e tão assinalados serviços, o Decreto de 12 de Janeiro de 1837 Dona Maria II conferiu à cidade o título de mui nobre, leal e sempre constante cidade de Angra do Heroísmo e condecorou-a com a Grã-Cruz da Torre e Espada.
 
 

 

 
 
 
 


Regulador Métrico Português


Pelo Decreto de 13 de Dezembro de 1852, era adoptado o sistema métrico decimal francês, como base do sistema legal de pesos e medidas. Pelo mesmo Decreto era criada no Ministério das Obras Públicas, Comércio e Industria, a Comissão Central de Pesos e Medidas. O novo sistema de pesos e medidas estabelecia um prazo de 10 anos de aplicação plena, após a publicação deste Decreto. Este regulador apresenta notas explicativas de utilização, tabelas de medidas de peso, superfície e volume e legenda das iniciais utilizadas.



 



Os Selos Postais Portugueses

     Os selos com efígie da rainha D. Maria II foram os primeiros selos postais portugueses.
   Foram emitidos em 1853, com cunho de Francisco de Borja Freire e impressos na Casa da Moeda.
Os selos, inspirados nos selos ingleses de relevo da emissão de 1847/1848, apresentavam um busto da rainha semelhante ao das moedas em circulação na altura e foram impressos um a um em folhas de 24 exemplares não dentados e dispostos irregularmente.
    Os dois primeiros selos, emitidos no dia 1 de Julho de 1853 tinham valor facial de 5 e 25 reis. No dia seguinte, é emitido o selo de 100 réis, e no dia 22 do mesmo mês é posto à venda o selo de 50 reis. Portugal tornara-se assim no 45º país a adotar o selo postal.



1953 - Sobrescrito de 1º. Dia comemorativo do
Centenário do Selo Postal Português



1953 - Bilhete Postal Máximo


1953 - Medalha comemorativa


1967 - Nota de 1.000$00



2003 - Sobrescrito de 1º. Dia comemorativo
dos 150 anos do 1º. Selo Postal Português



2003 - Bloco comemorativo



2003 - Bloco comemorativo

2003 - Bloco comemorativo


2003 - Bloco comemorativo



2003 - Moeda de 5,00€, prata, comemorativa dos
150 anos do 1º. Selo Postal Português